Consultoria e Análise do Fator de Potência com Analisador de Energia PRODIST MODULO-8 ANEEL

Consultoria e Análise do Fator de Potência com Analisador de Energia PRODIST MODULO-8 ANEEL

Mais eficiência, segurança e controle sobre a instalação elétrica

O baixo fator de potência é um dos principais indicadores de ineficiência em instalações elétricas industriais, comerciais e de infraestrutura. Quando a instalação consome energia reativa em excesso, aumenta a circulação de corrente nos cabos, transformadores e dispositivos de proteção, reduzindo a capacidade útil do sistema e elevando as perdas elétricas.

A consultoria e análise do fator de potência com analisador de energia permite identificar as causas do problema, medir o comportamento real da instalação e definir soluções técnicas adequadas, evitando intervenções genéricas ou o dimensionamento incorreto de bancos de capacitores.

Nosso trabalho é direcionado a empresas que buscam reduzir desperdícios, melhorar a qualidade da energia, aumentar a confiabilidade operacional e manter suas instalações alinhadas aos requisitos de segurança e às normas técnicas aplicáveis.

O que é o fator de potência?

O fator de potência representa a relação entre a potência ativa efetivamente utilizada pelos equipamentos e a potência aparente solicitada da rede elétrica. De forma simplificada:

FP=Poteˆncia aparentePoteˆncia ativa​

Quanto mais próximo de 1 estiver o fator de potência, mais eficiente tende a ser o aproveitamento da energia fornecida.

Motores de indução, transformadores, reatores, máquinas de solda, compressores, sistemas de climatização e outros equipamentos eletromagnéticos normalmente apresentam comportamento indutivo, exigindo potência reativa para estabelecer seus campos magnéticos. Cargas eletrônicas, inversores de frequência, retificadores, fontes chaveadas e sistemas de automação também podem introduzir distorções harmônicas.

Por isso, uma análise adequada não deve considerar apenas o valor médio do fator de potência. É necessário avaliar também:

  • Potência ativa, reativa e aparente;
  • Corrente e tensão por fase;
  • Desequilíbrio entre fases;
  • Distorções harmônicas de tensão e corrente;
  • Variações de carga ao longo do período;
  • Transitórios, afundamentos e elevações de tensão;
  • Comportamento dos bancos de capacitores;
  • Possibilidade de ressonância elétrica;
  • Condições de operação dos principais equipamentos.

A ANEEL define o fator de potência como a relação entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias ativa e reativa consumidas no mesmo período. A aplicação das regras de fornecimento depende, entre outros aspectos, do tipo de unidade consumidora, do grupo tarifário, do contrato e das regras vigentes da distribuidora. https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.html

Como funciona o serviço de análise

A avaliação é realizada com um analisador de energia adequado às características da instalação. O equipamento registra as grandezas elétricas em intervalos definidos, permitindo observar o comportamento do sistema durante diferentes regimes de operação.

A medição pode ser realizada em:

  • Entrada de energia da unidade consumidora;
  • Quadros gerais de baixa tensão;
  • Secundário de transformadores;
  • Alimentadores de cargas críticas;
  • Barramentos com bancos de capacitores;
  • Circuitos de motores, inversores e sistemas de automação;
  • Pontos com histórico de aquecimento, desarmes ou falhas.

A duração da campanha de medição é definida conforme o objetivo da análise. Em alguns casos, uma medição pontual é suficiente para identificar uma condição evidente. Em instalações com carga variável, operação por turnos ou processos industriais intermitentes, recomenda-se uma campanha mais prolongada para representar diferentes situações de funcionamento.

Ao final, é elaborado um diagnóstico técnico com os resultados obtidos, as causas prováveis das distorções e as recomendações para correção.

Principais benefícios para a empresa

Redução de custos relacionados à energia reativa

A correção do fator de potência pode reduzir ou evitar cobranças associadas ao consumo ou à demanda de energia reativa excedente, quando aplicáveis à modalidade tarifária e às condições de fornecimento da unidade consumidora.

A análise técnica também permite verificar se o problema está relacionado a equipamentos específicos, operação inadequada, excesso de cargas indutivas ou falhas no sistema de compensação.

Redução de perdas elétricas

Um fator de potência baixo pode exigir correntes maiores para transmitir a mesma potência ativa. O aumento da corrente provoca maiores perdas por efeito Joule em condutores, transformadores, barramentos e conexões.

A melhoria do fator de potência pode contribuir para:

  • Reduzir perdas técnicas;
  • Diminuir aquecimentos em condutores e conexões;
  • Melhorar o aproveitamento dos transformadores;
  • Liberar capacidade no sistema elétrico;
  • Reduzir quedas de tensão internas.

Os ganhos efetivos dependem das condições da instalação, do perfil de carga, da extensão dos circuitos e do correto dimensionamento da solução.

Melhoria da eficiência energética

A análise do fator de potência integra uma estratégia mais ampla de gestão da energia. A medição permite identificar desperdícios e orientar decisões de investimento com base em dados reais, não apenas em estimativas ou informações de placa.

Em instalações com cargas variáveis, o monitoramento também pode revelar horários de maior demanda, períodos de operação ineficiente e equipamentos que permanecem energizados sem necessidade.

Maior confiabilidade operacional

Distorções harmônicas, desequilíbrios e variações de tensão podem provocar:

  • Aquecimento excessivo de transformadores;
  • Atuação indevida de dispositivos de proteção;
  • Falhas em fontes e equipamentos eletrônicos;
  • Redução da vida útil de motores e capacitores;
  • Interferências em sistemas de automação;
  • Paradas não programadas;
  • Mau funcionamento de sistemas de controle.

A correção do fator de potência deve, portanto, ser feita em conjunto com a avaliação da qualidade da energia. A simples instalação de capacitores, sem verificar o conteúdo harmônico da rede, pode agravar o problema e provocar ressonâncias.

Apoio à tomada de decisão

O relatório técnico fornece informações para que a empresa possa comparar alternativas, como:

  • Banco de capacitores fixo;
  • Banco de capacitores automático;
  • Banco com reatores de dessintonização;
  • Filtros passivos;
  • Filtros ativos;
  • Compensadores estáticos;
  • Redistribuição ou substituição de cargas;
  • Correção localizada junto aos equipamentos.

A solução deve ser escolhida conforme o perfil da instalação, o nível de distorção, a variação de carga, o espaço disponível, os requisitos de manutenção e o retorno esperado do investimento.

Etapas para implementação do serviço

1. Levantamento preliminar

Inicialmente são analisados:

  • Faturas de energia elétrica;
  • Histórico de cobranças de energia reativa, quando aplicável;
  • Diagramas unifilares;
  • Dados dos transformadores;
  • Relação de cargas instaladas;
  • Regime de operação da empresa;
  • Histórico de falhas e desligamentos;
  • Existência e características do banco de capacitores;
  • Registros de manutenção;
  • Alterações recentes na instalação.

Essa etapa permite definir os pontos mais importantes para medição e identificar possíveis riscos antes do início dos trabalhos.

2. Planejamento da campanha de medição

O planejamento deve considerar:

  • Nível de tensão;
  • Corrente nominal dos circuitos;
  • Acessibilidade aos pontos de medição;
  • Necessidade de desligamento;
  • Regimes de produção;
  • Horários de ponta e fora de ponta;
  • Operação de geradores ou sistemas fotovoltaicos;
  • Cargas que entram e saem de operação;
  • Condições de segurança para instalação do equipamento.

As medições devem ser planejadas por profissional legalmente habilitado e executadas conforme os procedimentos de segurança aplicáveis.

3. Inspeção visual e avaliação das condições de segurança

Antes da conexão do analisador, devem ser avaliadas as condições do painel e do local de trabalho, incluindo:

  • Integridade dos invólucros;
  • Identificação dos circuitos;
  • Estado de barramentos e conexões;
  • Presença de partes energizadas expostas;
  • Sinalização e delimitação da área;
  • Condições de acesso;
  • Existência de aquecimento ou sinais de deterioração;
  • Compatibilidade dos instrumentos e acessórios de medição.

Nenhuma medição deve ser iniciada quando não houver condições seguras para a equipe.

4. Instalação e configuração do analisador

O analisador deve ser configurado de acordo com o sistema elétrico avaliado, considerando:

  • Número de fases;
  • Sequência de fases;
  • Relação de transformadores de corrente;
  • Tensão nominal;
  • Frequência;
  • Intervalo de registro;
  • Grandezas a serem monitoradas;
  • Sincronização de data e hora.

As conexões devem ser realizadas com acessórios apropriados e instrumentos em condições adequadas de uso e calibração.

5. Registro das grandezas elétricas

Durante a campanha são registrados os dados necessários para caracterizar a instalação, como:

  • Tensão fase-fase e fase-neutro;
  • Corrente por fase;
  • Potência ativa;
  • Potência reativa;
  • Potência aparente;
  • Fator de potência;
  • Distorção harmônica total;
  • Harmônicas individuais;
  • Frequência;
  • Desequilíbrio de tensão;
  • Eventos de tensão;
  • Comportamento dos capacitores.

O Módulo 5 do PRODIST trata dos sistemas de medição e dos procedimentos de leitura. O Módulo 8 estabelece procedimentos relacionados à qualidade do fornecimento de energia elétrica. Dessa forma, os dados medidos devem ser interpretados conforme o objetivo da avaliação e os parâmetros aplicáveis ao ponto de conexão e à instalação. https://www.gov.br/aneel/pt-br/centrais-de-conteudos/procedimentos-regulatorios/prodist

6. Análise dos resultados

Os resultados são comparados com:

  • Dados de projeto;
  • Características dos equipamentos;
  • Histórico de consumo;
  • Condições de operação;
  • Requisitos da distribuidora;
  • Normas técnicas aplicáveis;
  • Limites e referências de qualidade de energia;
  • Critérios de segurança da instalação.

A análise deve diferenciar o fator de potência fundamental do fator de potência verdadeiro, especialmente quando existem distorções harmônicas significativas.

7. Definição da solução

A solução deve ser dimensionada considerando o perfil real da carga. Entre os critérios avaliados estão:

  • Potência reativa necessária;
  • Variação da demanda;
  • Número de estágios do banco;
  • Tipo de controlador;
  • Corrente de energização;
  • Presença de harmônicas;
  • Risco de ressonância;
  • Capacidade dos dispositivos de proteção;
  • Ventilação e ambiente de instalação;
  • Necessidade de manutenção;
  • Compatibilidade com geradores e sistemas de geração distribuída.

A instalação de bancos de capacitores deve ser realizada de modo a não provocar efeitos transitórios ou ressonâncias prejudiciais ao sistema de distribuição ou a outras instalações, conforme as regras da ANEEL. https://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren20211000.html

8. Relatório e plano de ação

O relatório final deve apresentar, de forma clara:

  • Objetivo da avaliação;
  • Metodologia utilizada;
  • Instrumentos e condições de medição;
  • Pontos monitorados;
  • Período da campanha;
  • Gráficos e tabelas;
  • Diagnóstico técnico;
  • Causas prováveis;
  • Recomendações de correção;
  • Prioridade das ações;
  • Estimativa de investimento;
  • Indicadores para acompanhamento;
  • Recomendações de manutenção;
  • Registros fotográficos, quando aplicável.

Requisitos técnicos e profissionais

A execução do serviço deve observar a legislação de segurança do trabalho, as normas técnicas aplicáveis e os procedimentos internos da empresa contratante.

Profissional legalmente habilitado

Projetos, especificações, dimensionamentos e intervenções que envolvam responsabilidade técnica devem ser conduzidos por profissional legalmente habilitado, com atribuições compatíveis e registro no conselho profissional competente.

Quando aplicável, devem ser providenciados:

  • Anotação de Responsabilidade Técnica — ART;
  • Relatório ou laudo técnico;
  • Registro de calibração dos instrumentos;
  • Procedimentos de trabalho;
  • Análise de risco;
  • Permissão de trabalho;
  • Documentação de treinamento;
  • Registros de inspeção e manutenção.

A NR-10 estabelece que projetos elétricos devem estar sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado e em conformidade com as normas regulamentadoras e regulamentações técnicas oficiais.

Qualificação, capacitação e autorização

Os profissionais envolvidos em atividades com exposição a riscos elétricos devem atender aos requisitos de qualificação, habilitação, capacitação, treinamento e autorização previstos na NR-10 e nos procedimentos da organização.

É importante distinguir:

  • Qualificação: formação específica reconhecida pelo sistema oficial de ensino;
  • Habilitação: qualificação acompanhada de registro no conselho profissional competente, quando aplicável;
  • Capacitação: preparação desenvolvida sob condições e responsabilidade definidas;
  • Autorização: permissão formal da organização para realização das atividades;
  • Treinamento: instrução de segurança compatível com os riscos e as tarefas executadas.

Em 9 de setembro de 2026, a página oficial do Ministério do Trabalho indica que a redação consolidada pela Portaria SEPRT nº 915/2019 permanece vigente até 31 de maio de 2027. A nova redação aprovada pela Portaria MTE nº 737, de 29 de maio de 2026, tem vigência prevista para 1º de junho de 2027. Portanto, empresas que se preparem para a transição devem verificar tanto os requisitos atualmente aplicáveis quanto as novas exigências programadas. https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-10-nr-10

A nova redação publicada prevê requisitos específicos de qualificação, habilitação, capacitação, treinamento e autorização. Entre as referências divulgadas estão treinamento inicial básico de 40 horas, módulos complementares conforme a atividade e treinamento periódico bienal, com conteúdo adequado à realidade da organização. A aplicação exata depende do enquadramento dos trabalhadores, da instalação e das atividades executadas. https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-mte-n-737-de-29-de-maio-de-2026-709524662

Normas técnicas complementares

A NR-10 não substitui as normas técnicas de projeto, instalação, medição, operação e manutenção. Conforme as características da unidade, devem ser avaliadas, entre outras:

  • ABNT NBR 5410 — Instalações elétricas de baixa tensão;
  • ABNT NBR 14039:2021 — Instalações elétricas de média tensão;
  • Normas e procedimentos da distribuidora;
  • Requisitos do PRODIST;
  • Normas de segurança e procedimentos internos;
  • Normas relacionadas a instrumentos de medição, ensaios e manutenção.

A ABNT NBR 14039:2021 estabelece requisitos para projeto e execução de instalações elétricas de média tensão entre 1,0 kV e 36,2 kV. https://www.abntcatalogo.com.br/

Melhores práticas para manter o fator de potência sob controle

Realizar medições periódicas

O fator de potência varia conforme a operação da empresa. Por esse motivo, uma medição isolada pode não representar o comportamento da instalação durante todo o mês.

Recomenda-se estabelecer uma rotina de acompanhamento com frequência definida conforme:

  • Perfil de carga;
  • Histórico de problemas;
  • Alterações no processo produtivo;
  • Instalação de novos motores ou inversores;
  • Mudanças no sistema de compensação;
  • Ocorrência de multas ou desligamentos;
  • Sensibilidade dos equipamentos instalados.

Integrar manutenção preventiva e análise de energia

A manutenção preventiva deve incluir inspeções e ensaios nos equipamentos relacionados à compensação e à distribuição elétrica, como:

  • Banco de capacitores;
  • Controladores automáticos;
  • Contatores;
  • Fusíveis;
  • Reatores de dessintonização;
  • Dispositivos de proteção;
  • Barramentos;
  • Cabos e conexões;
  • Ventilação e limpeza dos painéis;
  • Sinais de aquecimento ou deformação;
  • Integridade dos capacitores.

Também é recomendável comparar as medições atuais com registros anteriores para identificar tendências de degradação.

Não corrigir o problema apenas com capacitores

A utilização indiscriminada de capacitores pode resultar em:

  • Sobrecompensação;
  • Fator de potência capacitivo;
  • Sobretensões;
  • Correntes elevadas nos capacitores;
  • Ressonância com transformadores;
  • Amplificação de harmônicas;
  • Redução da vida útil dos componentes.

Por isso, o banco de capacitores deve ser dimensionado após a análise das cargas e das distorções presentes no sistema.

Monitorar cargas não lineares

Inversores de frequência, fontes chaveadas, retificadores, nobreaks, fornos elétricos e equipamentos eletrônicos podem gerar correntes harmônicas. Essas correntes não são corrigidas simplesmente pela instalação de capacitores convencionais.

Quando necessário, devem ser avaliadas soluções como:

  • Reatores de dessintonização;
  • Filtros passivos;
  • Filtros ativos;
  • Adequação de transformadores;
  • Separação de cargas;
  • Ajustes de controle;
  • Redistribuição dos circuitos.

Manter documentação atualizada

A empresa deve manter atualizados:

  • Diagramas unifilares;
  • Relatórios de análise;
  • Laudos e registros de manutenção;
  • Certificados de calibração;
  • Procedimentos de trabalho;
  • Inventário de equipamentos;
  • Registros de treinamento;
  • Documentação de autorização;
  • Projetos e alterações realizadas;
  • ARTs e demais registros de responsabilidade técnica.

Desafios comuns e como superá-los

Resistência à mudança

A implantação de um programa de eficiência energética pode encontrar resistência de gestores, equipes de manutenção e setores de produção. Muitas empresas entendem a análise como um custo adicional ou temem intervenções que possam interromper o processo produtivo.

Soluções práticas:

  • Apresentar o diagnóstico com indicadores financeiros e operacionais;
  • Relacionar o fator de potência às perdas e ao desempenho dos equipamentos;
  • Programar as medições em horários de menor impacto;
  • Começar por uma área-piloto;
  • Estabelecer metas mensuráveis;
  • Envolver manutenção, produção, segurança e financeiro;
  • Demonstrar o custo da não conformidade e das paradas não programadas.

Falta de informações confiáveis

Diagramas desatualizados, ausência de histórico de consumo e desconhecimento das cargas dificultam o diagnóstico.

Soluções práticas:

  • Atualizar o diagrama unifilar;
  • Criar um inventário das cargas;
  • Registrar as características dos transformadores e motores;
  • Organizar as faturas de energia;
  • Implantar um histórico de medições;
  • Identificar todas as alterações realizadas na instalação.

Instalação de bancos de capacitores sem estudo

Esse é um dos erros mais frequentes. A solução pode parecer simples, mas pode produzir efeitos indesejados quando há harmônicas ou variação significativa da carga.

Soluções práticas:

  • Medir antes de especificar;
  • Avaliar o espectro harmônico;
  • Dimensionar estágios conforme a curva de carga;
  • Verificar a possibilidade de ressonância;
  • Considerar reatores ou filtros;
  • Validar a solução após a instalação.

Dificuldade de acesso aos pontos de medição

Painéis antigos, falta de espaço, partes energizadas expostas e ausência de identificação podem aumentar o risco da atividade.

Soluções práticas:

  • Planejar previamente o acesso;
  • Adequar a sinalização;
  • Corrigir não conformidades antes da medição;
  • Utilizar instrumentos e acessórios apropriados;
  • Definir procedimentos de bloqueio e controle de energia;
  • Interromper a atividade quando não houver condição segura.

Falta de continuidade após a correção

Algumas empresas corrigem o fator de potência uma única vez e deixam de acompanhar o sistema. Com o tempo, novas cargas, mudanças de processo e falhas em capacitores podem fazer o problema retornar.

Soluções práticas:

  • Criar um plano de manutenção preventiva;
  • Definir periodicidade para novas medições;
  • Monitorar os indicadores nas faturas;
  • Instalar supervisão permanente quando justificável;
  • Treinar a equipe de manutenção;
  • Revisar o sistema sempre que houver expansão ou alteração de carga.

Conformidade com a NR-10: ponto importante

A análise do fator de potência pode contribuir para a melhoria das condições técnicas da instalação, mas não substitui o cumprimento integral da NR-10.

A NR-10 trata da segurança em instalações elétricas e serviços em eletricidade, incluindo medidas de controle, prevenção, capacitação, autorização, procedimentos e gestão dos riscos elétricos. Ela não deve ser utilizada como fonte única para definir limites tarifários, critérios de cobrança de energia reativa ou parâmetros específicos de qualidade do fornecimento.

Esses aspectos devem ser verificados conforme a regulamentação da ANEEL, o PRODIST, as regras da distribuidora, os contratos de fornecimento e as normas técnicas aplicáveis.

Também não é adequado prometer previamente uma economia fixa, uma eliminação garantida de cobranças ou uma determinada melhoria de desempenho sem realizar as medições e os cálculos específicos da instalação. Os resultados dependem das características da carga, do regime de operação, das condições dos equipamentos e da solução efetivamente implantada.

Por que contratar uma análise especializada?

Uma consultoria especializada transforma medições elétricas em decisões técnicas e econômicas mais seguras. Em vez de instalar equipamentos de forma genérica, a empresa passa a compreender:

  • Onde está o consumo de energia reativa;
  • Quais cargas influenciam o fator de potência;
  • Se existem distorções harmônicas;
  • Se há risco de ressonância;
  • Qual solução é tecnicamente adequada;
  • Como acompanhar os resultados;
  • Quais documentos precisam ser mantidos;
  • Como integrar eficiência energética e segurança elétrica.

Com uma abordagem baseada em dados, a empresa pode reduzir desperdícios, melhorar o aproveitamento da infraestrutura elétrica, apoiar a manutenção preventiva e fortalecer sua conformidade com os requisitos de segurança aplicáveis.

Entre em contato para programar uma avaliação técnica do fator de potência e da qualidade da energia da sua instalação.

Tire Suas Dúvidas Agora Mesmo

Chame Agora Mesmo Pelo WhatsApp 

MAIS SERVIÇOS

LAUDO DE TERMOGRAFIA


A Termografia esta fundamentada na manutenção “Preventiva e Preditiva” em diversos segmentos, tais como: indústrias metalúrgicas, químicas, têxteis, siderúrgicas, plásticos, cimento, petroquímicas, papel e celulose, condomínios comerciais e residenciais, etc. Dadas suas características de fácil visualização e velocidade, a Termografia permite a inspeção de grande quantidade de equipamentos em um curto prazo...

A Termografia é uma técnica não destrutiva de verificar a temperatura dos disjuntores, transformadores, relés, contatos e etc... com essa verificação é feito uma comparação se a temperatura está acima do estabelecido pelo fabricante podendo vir a ocasionar gasto de energia por parte da empresa ou paradas inesperadas por acionamento termomagnetico dos disjuntores ou até mesmo curtos circuitos podendo a vir ocorrer queima de equipamentos e incêndio.

É utilizado um aparelho chamado Termovisor TIS20 da Fluke onde tem uma camêra que tira fotos em multipontos de vários disjuntores ao mesmo tempo, agilizando assim a inspeção em um curto período.

Temos em nosso corpo técnico engenheiros capacitados e habilitados para qualquer situação em análise termográfica.

SPDA


SPDA é um Sistema de Proteção contra Descargas Elétricas, popularmente chamado de para-raios. A norma mudou em 2026 o que obriga a mudanção com base em 4 livros da norma na ABNT essa regularização começa com a Análise de Risco onde será analisada a necessidade de instalar o SPDA externo e interno na estruturas visando principalmente a proteção de vidas e estruturas, depois dessa ánalise poderá ser elaborado um Projeto para enfim seguir com a instalação do SPDA e MPS (Medidas de Proteção contra Surtos). A instalação dos Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) é uma exigência do Corpo de Bombeiros AVCB e Seguradoras, regulamentada pela ABNT segundo a Norma NBR 5419/2026, e tem como objetivo evitar e/ou minimizar o impacto dos efeitos das descargas atmosféricas, que podem ocasionar incêndios, explosões, danos materiais e, até mesmo, riscos...

LAUDO DE CONFORMIDADE DAS INSTALAçõES ELéTRICAS - IT-41 CORPO DE BOMBEIROS RENOVAçãO AVCB


Objetivo do Laudo Elétrico: É atestar de acordo com a norma NBR5410/2004 e NR-10 a situação dos quadros de Entrada e Distribuição, analisando os circuitos instalados e equipamentos, o Laudo é feito através de fotos dos quadros elétricos e medição de tensão nos quadro e tomadas e quando possível medição de resistência ôhmica se houver ponto para tal, no Laudo é feito recomendações da norma para o cliente estar adequando suas instalações elétricas de acordo com a norma e mantendo o documento para possíveis vistorias de órgãos de fiscalização, seguros e outros. O laudo é parte integrante do PIE (Prontuário de Instalações Elétricas) junto do Laudo de SPDA sendo solicitado para renovação do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

São Feitas Medidas de Tensão com Alicate Amperimetro da Minipa nos Disjuntores e Tomadas.

ÁNALISE E CÁLCULO DE GERENCIAMENTO DE RISCO NBR5419-2/2015


ELABORAMOS O CÁLCULO E ÁNALISE DE RISCO DE ACORDO COM A NORMA NBR5419-2/2026 COM O SOFTWARE, NELE CONSEGUIMOS REALIZAR A ÁNALISE PARA VERIFICAR A NECESSIDADE DE SUA ESTRUTURA PRECISAR OU NÃO INSTALAR O SISTEMA DE SPDA E MPS DE ACORDO COM A NORMA VIGENTE.

É UM ESTUDO DE VÁRIOS RISCOS QUE ENVOLVEM AS ESTRUTURAS E A VIDA COM BASE EM VÁRIOS DADOS QUE SERÃO COMPILADOS COM UMA VISITA TÉCNICA E PERGUNTAS SOBRE O LOCAL PARA O CLIENTE.

DEPENDENDO DO RESULTADO DA ÁNALISE A CHANCES DEPENDENDO DO LOCAL E DA ESTRUTURA NÃO HAVE NECESSIDADE DE PROTEÇÃO POR SPDA O QUE DEVERÁ SER DESCOBERTO ATRÁVES DESSE GERENCIAMENTO.

FICAMOS A DISPOSIÇÃO PARA ESCLARECER QUALQUER DÚVIDAS A RESPEITO DESSE PROCESSO DE ANÁLISE DE RISCO.

TEMOS ENGENHEIROS HABILITADOS E CAPACITADOS PARA ATENDE-LOS DA MELHOR FORMA POSSÍVEL E SOLUCIONAR OS PROBLEMAS QUE ENVOLVEM ESSE TEMA.

PROJETO DE SPDA E DIAGRAMA ELÉTRICO


Executamos Projeto de SPDA de acordo com a norma NBR5419/2026 no AutoCad, fornecendo para o cliente toda a lista de material para execução do SPDA.

É importante antes de realizar o Projeto fazer a Análise de Risco obrigatório pela norma para verificar a necessidade de instalação do SPDA.

Elaboramos Diagramas Elétricos de Acordo com a norma NBR5410/2004 de Quadros e Painéis Eletricos.

LAUDO DE MÉDIA TENSÃO 1KV A 36,2KV NBR14039


Esta Norma estabelece um sistema para o projeto e execução de instalações elétricas de média tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço.

- TRABALHAMOS COM A ELABORAÇÃO DOS LAUDOS DE MÉDIA TENSÃO:

-A MANUTENÇÃO PREVENTIVA DAS CABINES PRIMÁRIAS METÁLICA E DE ALVENARIA INCLUI A LIMPEZA E MEDIÇÕES.

-NO FINAL DO SERVIÇO É ELABORADO LAUDO COM TODAS AS RECOMENDAÇÕES E EMITIDA A ART DO ENGENHEIRO RESPONSAVÉL PELO SERVIÇO.

-CUIDAMOS DO DESLIGAMENTO JUNTO A CONCESSIONARIA.

-PEÇA JÁ UM ORÇAMENTO SEM COMPROMISSO.

LAUDO DE ATERRAMENTO NBR5419/2015 E NBR5410/2004


ELABORAMOS LAUDO DE ATERRAMENTO CONFORME AS NORMAS NBR5419/2026 E NBR5410/2004.

-TEMOS ENGENHEIROS ALTAMENTE QUALIFICADOS PARA O SERVIÇO.

-TEMOS APARELHOS DE MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO PARA PODER EXECUTAR O SERVIÇO COM A CALIBRAÇÃO ATUALIZADA E RASTREADO COM CERTIFICADO.

- O Laudo de aterramento deve ser elaborado de acordo com a Norma Brasileira 5419/26 da ABNT. No entanto, em algumas situações, o engenheiro eletricista pode precisar aplicar outras normas ou legislações.

A NBR 5410, por exemplo, estabelece as condições que as instalações elétricas de baixa tensão devem seguir, visando à segurança de pessoas e animais, e à proteção do meio ambiente.

O laudo de aterramento é um documento que atesta a adequação do Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA) às necessidades de um imóvel. Ele é exigido pelo Ministério do Trabalho.

O laudo de aterramento deve ser elaborado por um Engenheiro Eletricista legalmente habilitado e experiente.

LAUDO DE TERMOGRAFIA E USINAS SOLARES


TRABALHAMOS COM ENGENHEIRO TREINADOS E CAPACITADOS PARA ELABORAÇÃO DE LAUDO DE TERMOGRAFIA EM USINAS SOLARES.

TEMOS O DRONE TERMOGRAFICO PARA REALIZAR O SERVIÇO COM MAIS RAPIDEZ E SEGURANÇA.

EFICIêNCIA ENERGéTICA - ANALISADOR DE ENERGIA - CONTAS DE CONSUMO


⚡ Análise de Eficiência Energética e Diagnóstico de Carga para Indústrias e Condomínios

O serviço de Análise de Eficiência Energética com Analisador de Energia identifica desperdícios na fatura, avalia a capacidade da rede elétrica e garante a segurança necessária para ampliações, como a instalação de sistemas de ar-condicionado. Todo o processo cumpre rigorosamente os critérios técnicos do PRODIST Módulo 8 da ANEEL, executado por um engenheiro eletricista especialista em qualidade de energia, com fornecimento de Relatório Técnico e emissão de ART.

📋 O que está incluso no escopo do serviço?

1. Monitoramento Avançado e Auditoria de Fatura

  • Campanha de Medição por 7 Dias: Instalação de analisador de energia microprocessado para registro contínuo durante uma semana inteira, capturando o perfil de consumo em dias úteis e finais de semana, seguindo estritamente as diretrizes do PRODIST Módulo 8 da ANEEL.
  • Diagnóstico de Energia Reativa: Identificação detalhada de multas ou cobranças excedentes por baixo fator de potência e dimensionamento de soluções (como bancos de capacitores).
  • Análise de Demanda Contratada: Avaliação técnica para saber se o contrato atual com a concessionária está superdimensionado ou gerando penalidades por ultrapassagem de demanda.

2. Mapeamento da Infraestrutura e Qualidade de Energia

  • Perfil de Carga da Instalação: Levantamento do comportamento real da planta industrial ou das áreas comuns do condomínio, identificando picos de consumo, desequilíbrio entre fases e flutuações de tensão.
  • Análise de Distorções Harmônicas: Identificação de ruídos e anomalias na rede que causam aquecimento de cabos e queima prematura de equipamentos eletroeletrônicos.

3. Estudo de Viabilidade para Ampliação de Carga e Ar-Condicionado

  • Avaliação da Capacidade Remanescente: Verificação matemática e gráfica se a infraestrutura atual (transformadores, quadros e cabeamento) suporta o aumento de carga para novos sistemas de climatização ou maquinários.
  • Plano de Adequação Técnica: Caso a rede esteja operando próxima do limite, o relatório indicará as intervenções exatas necessárias (redimensionamento de disjuntores, troca de condutores ou redistribuição de fases) para uma ampliação segura.

4. Entregáveis Técnicos e Legais

  • Relatório Técnico Especializado: Documento de engenharia com gráficos detalhados das grandezas elétricas medidas, parecer do especialista e plano de ação estruturado com foco em economia e segurança.
  • Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica): Documento legal emitido junto ao CREA, atestando a responsabilidade técnica do engenheiro especialista sobre o diagnóstico.

🎯 Benefícios Diretos

  • Corte de Desperdícios: Elimine de forma definitiva as penalidades por excedente de reativo e otimize a sua demanda contratada.
  • Mitigação de Riscos Operacionais: Evite paradas inesperadas na produção industrial ou desarmes em cascata nos disjuntores gerais do condomínio.
  • Decisões Baseadas em Dados: Instale novos aparelhos de ar-condicionado ou novas máquinas sabendo exatamente qual é a margem de segurança da sua rede.
  • Conformidade Regulatória: Relatório técnico robusto e padronizado, pronto para apresentação a diretorias, conselhos de condomínio, seguradoras ou auditorias.

🚀 Como funciona o processo?

1. Alinhamento Inicial ➔ 2. Instalação do Analisador ➔ 3. Monitoramento por 7 dias (PRODIST) ➔ 4. Análise e Engenharia ➔ 5. Entrega do Relatório + ART

📲 Solicite um Orçamento sem Compromisso

Deseja eliminar multas na sua fatura ou precisa validar o aumento de carga do seu sistema de climatização? Fale agora mesmo com o nosso engenheiro especialista.

❓ Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O que é a cobrança de "Energia Reativa" na minha conta de luz?

A energia reativa é aquela que não produz trabalho útil (como gerar movimento ou luz), mas é necessária para magnetizar os motores, transformadores e reatores da sua instalação. Quando esses equipamentos estão mal dimensionados ou operando em excesso, ocorre o que chamamos de "baixo fator de potência". A concessionária cobra uma multa/taxa excedente por esse desperdício. Nosso serviço identifica a raiz do problema e projeta a solução exata (como bancos de capacitores) para eliminar essa cobrança.

2. Por que o monitoramento precisa ser feito exatamente por 7 dias?

A medição de 7 dias consecutivos (168 horas) é uma exigência técnica do PRODIST Módulo 8 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Esse período é obrigatório porque permite analisar o comportamento completo da sua instalação elétrica: os dias de pico de produção na indústria, a rotina de uso dos elevadores e iluminação no condomínio, e também o consumo de fundo durante as madrugadas e finais de semana. Sem esse ciclo completo, o diagnóstico perde a validade normativa e jurídica.

3. Como o analisador de energia ajuda a saber se posso instalar novos aparelhos de ar-condicionado?

Os sistemas de ar-condicionado possuem uma carga elétrica elevada. Se forem instalados sem critérios, podem causar sobrecarga nos cabos, quedas de tensão e desarmes frequentes de disjuntores. O analisador registra a demanda máxima real que a sua instalação atinge atualmente. Com esses dados, nosso engenheiro calcula a capacidade remanescente (a "sobra" de energia que você tem disponível) e valida se a rede suporta a nova carga com segurança.

4. O que é a ART e por que ela é obrigatória?

A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) é um documento legal emitido junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia). Ela comprova que a análise da sua rede elétrica foi realizada por um profissional legalmente habilitado. Para indústrias e condomínios, a ART é indispensável para fins de fiscalização, renovação de seguros patrimoniais, auditorias internas e para resguardar legalmente os síndicos e diretores em caso de sinistros.

5. A instalação do analisador de energia vai interromper o fornecimento de energia da minha empresa ou condomínio?

Na grande maioria dos casos, não há interrupção. Nossos engenheiros utilizam sensores de corrente do tipo "alicate" (sondas flexíveis), que são instalados ao redor dos cabos principais com a rede energizada, sem a necessidade de desligar o quadro geral ou interromper as atividades da sua indústria ou condomínio. Caso haja alguma particularidade técnica que exija um desligamento rápido por segurança, isso será planejado e agendado com antecedência.

🛡️ Rigor Técnico e Conformidade Normativa

Todo o nosso processo de medição, análise e emissão de laudos é balizado pelas principais resoluções e normas técnicas vigentes no país, garantindo total validade jurídica e técnica ao seu relatório:

  • PRODIST Módulo 8 (ANEEL): Regulamenta os padrões e os indicadores de Qualidade da Energia Elétrica que devem ser rigorosamente observados na campanha de medição de 7 dias.
  • ABNT NBR 5410: Normatiza as instalações elétricas de baixa tensão, garantindo a segurança de pessoas, o funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.
  • ABNT NBR 14039: Aplica-se às instalações elétricas de média tensão (de 1,0 kV a 36,2 kV), essencial para indústrias ou condomínios que possuem cabine primária ou subestação própria.
  • Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021: Estabelece as regras de prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica, balizando os critérios de cobrança de reativo e contratos de demanda.

2020. Todos os Direitos Reservados a L.A.S Termografia e SPDA

Desenvolvido Pela